segunda-feira, 17 de outubro de 2011
Blusa pronta
Variadas cartelas e fios de cores diversas, resultaram numa peça colorida e unica. Trabalho feito numa Brother 840. A frontura foi usada para as sanfonas das barras, punhos e decote e os desenhos foram feitos em jacquard simples. Tudo com 2 cabos de fio acrílico (2/28). O acabamento do decote foi feito com uma tira em sanfona 1/1, tecida separadamente e depois costurada à blusa.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Ziguezague multicolorido com cartelas
Nem precisa procurar muito, o ziguezague cheio de cores está pelo mundo afora. De roupas à itens para casa, o famoso ziguezague da grife Missoni é a inspiração. A revista Estilo (Editora Abril) deste mês, fotografou a atriz Flávia Alessandra usando top de tricô e short de jacquard da grife italiana.
No livro de pontos - Memo-matic Patterns - há um capítulo que fala das inúmeras variações que se pode fazer com uma única cartela. Escolhemos o motivo 37/38 da página 96.
Usamos uma Elgin Brother, modelo 840 e seguimos a orientação do manual:
Preparação para tricotar com cartelas
1 - Tricote algumas carreiras em ponto meia "PLAIN" e coloque o carro no lado esquerdo da base das agulhas.
2 - Coloque a cartela escolhida na posição de início de trabalho.
3 - Coloque a alavanca de trava das cartelas na posição "bolinha".
4 - Gire o botão de mudança para a posição K.C, para seleção automática através do carro.
5 - Coloque os botões do ponto Tramado na posição "N".
6 - Escolha a tensão apropriada para o fio que voce irá tricotar. O número 5 ou 6 é usado para fio de espessura média.
7 - Ao movimentar o carro sobre as agulhas para a direita, elas se selecionam automaticamente. Após movimentar o carro, voce deve observar a marca existente no lado direito do painel. Esta marca indica a direção no qual o carro foi movimentado e a cartela foi alimentada.
8 - Coloque a alavanca de trava das cartelas na posição "triângulo".
Ponto Parcial e Jacquard:
1 - Após a preparação acima, pressione a tecla "MC".
2 - Introduza o segundo fio de cor (que aparecerá nos locais perfurados da cartela) no alimentador "B" do carro.
Mudando as cores dos fios nos alimentadores (o que era cor de fundo passava à ser cor do desenho) e variando o número em que a cartela estava para fazer a troca, os desenhos iam ficando diferentes. Fizemos em jacquard simples (com fios soltos no avesso e tecidos sòmente na máquina, sem frontura).
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Primeiras malhas na Lanofix Super Automática
1 - Colocar na posição "C" o número de agulhas necessárias ao trabalho.
Botão M.F.A. - Posição "M" (totalmente à esqueda)
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sábado, 27 de agosto de 2011
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Partes da máquina
A barra de feltro parece estar em bom estado.
Estas são as platinas com suas molas, vistas na parte de baixo da máquina. Fundamental estarem em ordem, para que a máquina não apresente defeitos.
A Lanofix Tricomatic ficou ultrapassada. Era "pesada" para trabalhar e muitas delas foram descartadas por já não haver peças de reposição para voltarem à funcionar. É uma peça interessante para quem gosta de colecionar máquinas antigas, desde que teça.
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Lanofix Super Automática
Esta é uma máquina bem antiga, dos anos 50, o primeiro modelo lançado pela Lanofix. A caixa metálica estava desgastada, com arranhões e ferrugem pois deve ter estado jogada em algum lugar por muitos anos e o tempo se encarregou dos estragos.
Nossa intenção não é restaurar ou deixa-la bonita. Queremos apenas que retome sua função, que possa trabalhar e nos mostrar suas possibilidades.
Os acessórios estavam embrulhados em jornais e no momento da compra nem abrimos para ver o que restara. Afinal, não sabíamos ao certo o que deveria acompanhar a máquina, já que não conhecíamos o modelo. O fato de estarem assim protegidos significava que algum cuidado foi tomado, do lado de dentro do estojo ela estava bem mais bonita. O importante é que nenhuma das platinas ou agulhas tinha defeito. Aparentemente, não havia nada quebrado. Nos próximos posts, mostraremos as platinas bem de perto para explicar melhor que função elas têm. Se uma delas estivesse quebrada não conseguiríamos colocar as malhas, para começar a tecer.
Estes são os acessórios que vieram com ela. Não temos um manual desse modelo, aos poucos vamos ter que descobrir o que funciona e o que está precisando reparos. Quanto às peças que faltam, vamos tentar encontrar para comprar, ainda há técnicos que dão manutenção em máquinas de tricô em várias cidades. Pode ser que, para um modelo tão antigo, encontremos algumas dificuldades. O que importa é que ela vai ter utilidade novamente e o que formos aprendendo com ela, vamos colocando aqui no Blog. Quem sabe alguém tenha uma dessas em casa, abandonada, perfeitinha e se anime em faze-la funcionar também? Aliás, tem a Dona Olga, aqui de São Paulo, que disse ter uma dessas e já não se lembra mais de como colocar as laçadas nas agulhas, mas afirma que é sua preferida e que já fez muitos trabalhos bonitos com ela.
Nossa intenção não é restaurar ou deixa-la bonita. Queremos apenas que retome sua função, que possa trabalhar e nos mostrar suas possibilidades.
Os acessórios estavam embrulhados em jornais e no momento da compra nem abrimos para ver o que restara. Afinal, não sabíamos ao certo o que deveria acompanhar a máquina, já que não conhecíamos o modelo. O fato de estarem assim protegidos significava que algum cuidado foi tomado, do lado de dentro do estojo ela estava bem mais bonita. O importante é que nenhuma das platinas ou agulhas tinha defeito. Aparentemente, não havia nada quebrado. Nos próximos posts, mostraremos as platinas bem de perto para explicar melhor que função elas têm. Se uma delas estivesse quebrada não conseguiríamos colocar as malhas, para começar a tecer.
Estes são os acessórios que vieram com ela. Não temos um manual desse modelo, aos poucos vamos ter que descobrir o que funciona e o que está precisando reparos. Quanto às peças que faltam, vamos tentar encontrar para comprar, ainda há técnicos que dão manutenção em máquinas de tricô em várias cidades. Pode ser que, para um modelo tão antigo, encontremos algumas dificuldades. O que importa é que ela vai ter utilidade novamente e o que formos aprendendo com ela, vamos colocando aqui no Blog. Quem sabe alguém tenha uma dessas em casa, abandonada, perfeitinha e se anime em faze-la funcionar também? Aliás, tem a Dona Olga, aqui de São Paulo, que disse ter uma dessas e já não se lembra mais de como colocar as laçadas nas agulhas, mas afirma que é sua preferida e que já fez muitos trabalhos bonitos com ela.
quarta-feira, 24 de agosto de 2011
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